sexta-feira, 6 de novembro de 2009

ESGOTEI O MEU MAL


Esgotei o meu mal, agora
Queria tudo esquecer, tudo abandonar
Caminhar pela noite fora
Num barco em pleno mar.


Mergulhar as mãos nas ondas escuras
Até que elas fossem essas mãos
Solitárias e puras
Que eu sonhei ter.


Sophia de Mello Breyner

Imagem da Net

9 comentários:

  1. *
    Bebido o luar, ébrios de horizontes,
    Julgamos que viver era abraçar
    O rumor dos pinhais, o azul dos montes
    E todos os jardins verdes do mar.
    ,
    in-Sophia Breyner
    ,
    marés serenas,deixo,
    ,
    *

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  2. . sempre e para sempre este amor in.separável ,,,




    . o de sophia de mello breyner andresen .




    . e o mar . __________________ .


    . grat.íssimo pelo momento, maripa .





    . um bom fim de semana ,,, .

    . sempre, um beijo meu .

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  3. Olá Maripa

    Soberbo poema!

    Obrigada pela partilha.

    Esquecer...vagueando pelo mar...

    Bjs.

    Lisa

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  4. Metáforas
    de dor
    e lágrimas de sangue
    num tempo infinito
    ausente
    num corpo são
    almas desalinhadas
    pelo desgosto da vida
    súplicas de amor
    e alguma dor.

    Minha Amiga:
    Como sempre os seus versos nos conduzem à meditação.
    Bela escolha - Sophia Sempre!

    Beijinhos.
    Bom domingo.

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  5. É sempre um prazer ler Sophia de Mello Breyner, como é um prazer voltar aqui:)

    Beijinho*

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  6. _________________________________

    Que belo poema dividiu conosco, Maripa!

    Mas, confesso que aprecio ainda mais, os seus...

    Beijos de luz e o meu carinho muito especial!!!

    _______________________________

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  7. como eu queria esquecer também
    beijos

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  8. Querida Maripa, perdi-me nesta imagem. Sonhei os meus sonhos de menina...
    beijinhos*

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"Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós” disse Antoine de Saint-Exupéry.

Grata pela sua visita e pelo carinho que demonstrou, ao dar-me um pouco do seu tempo, deixando um pouco de si através da sua mensagem.